Turismo Infinito

Que dizer desta peça de António Feijó sobre textos de Fernando Pessoa e heterónimos (e não só) encenada por Ricardo Pais? Tudo nela é maravilhoso, desde a forma como o texto foi concebido até aos dispositivos cénicos. Não existe propriamente narrativa, mas existe a presença simultânea e mesmo interacção entre personagens, que por sinal são os heterónimos – todos interpretados de forma magnífica.
A não perder.

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